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Sintra considerada a Transilvânia portuguesa

Sintra considerada a Transilvânia portuguesa

De forma a assinalar o nascimento de Bram Stoker, assinalado a 8 de novembro, a rádio RFM elaborou um artigo sobre o escritor de “Drácula” que nos transporta para o imaginário de Sintra.

Após a publicação deste famoso romance de horror gótico, surge um gosto horripilante por histórias, sítios e cenários aterradores, que se espalhou pela Europa e se tornou moda. Diversos “escritores, poetas e homens de cultura” começam a sua busca por “lugares e ambientes medonhos, capazes de desafiar o limite do medo dos humanos”, refere Ana Margarida Oliveira, autora do artigo.

A busca pelo horrendo leva Lord Bryton a Sintra, que aponta este lugar como “o cenário ideal daquela moda onde o assustador, o arrepiante, o aterrador, estavam na ordem do dia e exaltavam o espírito dos poetas e dos escritores”.

Lord Byron terá proferido que “Sintra era uma espécie de Transilvânia deste lado da Europa. Um lugar apetecível por ter tanto de assustador como de misterioso”, refere a autora.

Ana Margarida Oliveira, autora do artigo, considera que além de “enigmática, inspiradora, carregada de História e de histórias, Sintra é um dos lugares mais bonitos do mundo!”.

Bram Stoker nasceu em Dublin, Irlanda, em 1847, e foi um romancista, poeta e contista. Ficou mundialmente conhecido pelo seu romance “Drácula”, considerada a principal obra no desenvolvimento do mito lendário moderno do vampiro.

A Transilvânia é uma região situada no centro da Roménia e é o lugar misterioso onde se situa o castelo do Conde Vlad, que inspirou Bram Stoker a escrever “Drácula”, editado em 1897.

 

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