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Sintra, Património Mundial

Elevada a Paisagem Cultural do Património da Humanidade a 6 de dezembro de 1995, Sintra é um imenso livro aberto cheio de imagens do passado emolduradas numa natureza fascinante.
A paisagem natural de Sintra confere a este lugar mítico uma beleza singular. O verde da serra e o azul do mar fundem-se, encantando e inspirando os seus moradores e visitantes.
O aglomerado urbano, que constitui a chamada vila Velha, proporciona pela sua antiguidade e heterogénea, um apaixonante roteiro pelo passado humano onde se podem sentir e admirar as diversas eras que regeram o fruir histórico.
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Serra de Sintra

O Monte da Lua
Em Sintra respira-se verde. O verde das escarpas agrestes da Serra que envolve a Vila, ao mesmo tempo dominadora e protetora.
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Quinta da Regaleira

É um dos mais surpreendentes monumentos da serra. Da floresta luxuriante emerge um palácio fascinante, entre o neo-gótico, o neo-manuelino e o neo-renascentista, esculpido no inicio do século XX.
Esta quinta é um dos mais belos exemplares da arte revivalista do princípio do século XX, uma singular conjugação do esplendor romântico dos jardins e da mata com o Palácio dos Milhões, a Capela, a imponência enigmática do poço iniciático, os subterrâneos, os lagos e as grutas, que a transformam num lugar único.

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Praias

A beleza natural de Sintra desce da serra até ao mar. As areias douradas, a pureza das águas atlânticas e o recorte da costa, com arribas escarpadas de magnífico recorte, fazem das nossas praias um verdadeiro recanto de prazer, em qualquer época do ano.
O recorte do litoral esconde baías verdadeiramente surpreendentes que as águas frias e intempestivas do Atlântico foram sonegando à rocha secular. Para deleite de todos quantos não dispensam de um mergulho revigorante ou dos mais arrojados que enfrentam o azul profundo.
Para igual prazer dos que se entregam ao lento caminhar no marulhar espumoso das ondas ou então só ao desfrute dos raios de sol.

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Elétrico de Sintra

De Sintra ao Oceano, o Elétrico de Sintra é muito mais que um transporte, é o ex-libris turístico da região.
Inaugurado em 1904, atualmente funciona como transporte turístico, ligando a Vila à Praia das Maçãs em quase 13 quilómetros num percurso sinuoso entre a serra e o mar.
Ao longo da viagem, de cerca de 45 minutos, os passageiros podem usufruir de carruagens abertas ou fechadas e deixarem-se deslumbrar pela paisagem verdejante que acompanha todo o percurso.

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Palácio Nacional de Sintra

No centro histórico, duas chaminés brancas, cónicas, elevam-se simetricamente, são o ex-libibris da Vila, símbolo do Palácio Nacional de Sintra ou, também chamado, Palácio da Vila.
De origem árabe, foi sendo moldado pela reconquista cristã: aos traços mudéjares aliaram-se linhas góticas e manuelinas. Único sobrevivente dos paços reais medievais, acolhe um acervo impar de azulejaria e hispano-mourisca. É monumento nacional desde 1910.

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Palácio Nacional da Pena

Erguido entre 1839 e 1885, o Palácio Nacional da Pena é, desde 2007, uma das sete maravilhas de Portugal e, principalmente, uma maravilha que Portugal oferece ao mundo.
Expoente máximo da arquitetura romântica, é o sonho tornado realidade de um rei artista D. Fernando de Saxo-Coburgo-Gotha, onde o interior rivaliza em beleza e opulência.
Numa surpreendente harmonia, convivem, como que ao acaso, estilos tão diferentes como o neo-manuelino, o neo-gótico e o neo-árabe.

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Cabo da Roca

Ponto mais ocidental do continente europeu é para os poetas o local onde a terra acaba e começa o mar.
A paisagem agreste, como que a espreitar o abismo, penhascos descem até ao bater incessante das ondas, vigiadas do alto por um farol.
Como testemunho da presença em tão carismático lugar, o visitante pode adquirir um certificado no posto de turismo local.

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Gastronomia e vinhos

O património gastronómico de Sintra iguala o monumental e o paisagístico em riqueza e diversidade. Dos pratos de carne, salientam-se o Leitão dos Negrais, a Carne orco às Mercês, o cabrito e a vitela assada. O litoral da região de Sintra é abundante em peixe fino, mariscos e moluscos.
Na doçaria, o destaque vai, inevitavelmente, para as Queijadas de Sintra, doce ancestral que vem, pelo menos, desde a Idade Média.
Todavia, outros há que merecem ser provados, os Travesseiros, Pastéis da Pena, as Nozes de Colares e os Fofos de Belas.
A acompanhar qualquer refeição, é indispensável o Vinho de Colares, sobretudo na famosa casta Ramisco, um dos primeiros da gloriosa carta de vinhos de Portugal.

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Castelo dos Mouros

Serpenteando por dois cumes da Serra de Sintra, o Castelo dos Mouros possui uma construção militar árabe do século VIII, sobrevivendo ao tempo e permanecendo como miradouro.
A paisagem deslumbrante divide a serra, a vila e o mar.

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